“OPINIÕES”


“SOBRE A MALEDICÊNCIA”


Quem nunca foi vítima de intriga?
“AOS SÁBIOS, AOS BONS E AOS ILUMINADOS TEM SEMPRE UMA TAÇA DE CICUTA, UMA BALA, OU, UMA CRUZ, EM ALGUMA ESQUINA DESTA VIDA, ESPERANDO POR ELES”.
Não é bem o meu caso, pois, não me encontro nesse patamar, de sábios iluminados. Mas, todos nós de uma forma, ou de outra, já fomos prejudicados por esse “modus operandi” da invejosa covardia, que é a intriga.
E, com toda a tecnologia atual, disseminar uma maledicência ficou mais fácil. O veneno pode ser destilado homeopaticamente, ou não, e por mais idônea que seja a vítima, sempre causa estrago.
Apesar disso, tenho sempre em mente o seguinte: a ação desses “roedores soturnos” pode ser muito nefasta, mas, nada como o tempo, para dissipar uma maledicência e prevalecer a verdade dos fatos.
Finalmente, aqueles que preservam o bom senso, acabam “separando o joio do trigo” e ao menos, por precaução dão o benefício da dúvida, à vítima mal falada. Aqueles, que se deixarem envenenar, sigam seu caminho, por que não merecem que o tenhamos do nosso lado.

Beth Roccato

“UMA QUESTÃO DE CARÁTER”

Adoro a simbologia das máscaras, mas daí, a ficar usando uma, ou, várias, o tempo todo… ah, …não!!!!
Como ninguém é uma ilha, arrumei um jeito de através das máscaras, expor minha própria face, ser aplaudida pela platéia e ainda ser paga por isso.
Trabalhar no Teatro, me deu a dimensão exata de enxergar meu habitat natural e não ser tragada por ele. E, de repente, me vi com certa permissão poética para ser eu mesma, se assim o desejasse.
Mas as exigências do ego, sob luzes da ribalta e mergulhos nos confins do inconsciente, soaram o alarme do território minado que estava me cercando. Quando percebi que meu tempo, naquele sagrado templo profano tinha terminado, fui alçar outros vôos. Essa fase foi meu divisor de águas e ensinou como continuar a “brincar” depois de “grandinha” e ser emocionalmente mais saudável.
Freud explica????
Claríssimo, ele repaginou o sonho, encarando-o como “fantasias”, a diferença é que não se perde o referencial da realidade, tendo consciência que a vida não é toda rosa, mas possui uma imensa gama de cores, incluindo preto e branco. Assim, como o ator, que entra e sai do jogo lúdico de uma apresentação teatral. Nada de fingimento, interpretação é mais do que uma arte, é um jogo, onde os participantes sabem que participam de uma abstração. Elenco e platéia estão de acordo. Ninguém engana ninguém…
Lembrei de uma mãe, que tentava matricular a filha numa renomada escola de teatro em São Paulo, que fazia pré-seleção para admissão dos alunos. Para convencer a direção, ela disse que a filha já tinha nascido atriz, pois, fingia muito bem e enganava a todos desde pequena.
A resposta foi: “Mas, minha senhora, então, sua filha não é atriz, … é mau caráter!”.
Apesar de contestar silenciosamente o modelo hipócrita, ditado por costumes de uma sociedade patológica, aprendi a conviver e a rir, sem veto, ou, censura, moral, ou loucura.

BETH R.

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2 responses

14 04 2010
Eliana

Beth querida!!!

Esse blog está maravilhoso!!!!!!!!
Ilumina a alma!!!!!
Parabéns!!!!Um grande bjo!!Eliana

23 04 2010
Beth Roccato

A gente só consegue dar o que tem. Se consegui iluminar sua alma, então, estou no caminho certo.

Grande beijo.
Beth R.

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